Site para pesquisar autoria de citações

Procurei, procurei, procurei…, e, não encontrei qual o tamanho e a partir de quantas palavras uma frase ou expressão precisa ter para ser considerada DEFINITIVAMENTE plágio! Portanto, essa postagem é só pra indicar algum site minimamente útil pra isso, para você não sair por aí replicando qualquer coisa atribuída a Albert Einsten por exemplo (acredite! tem muito disso por aqui – se você estiver em 2050 ou 3000 lendo essa bagaça aqui, desconsidere, pode ser que tenha melhorado ou piorado, sei-lá).

Site útil (é estrangeiro e mais trabalhoso, tem que rolar a tela até o menu, procurar o nome do autor, e só então procurar pela frase, tentei inserir na lupa do Quote investigations o nome do autor ou a frase traduzida e não funcionou!). É mais fácil você jogar a frase traduzida em um buscador qualquer (google, yahoo, bing, etc), se tiver no banco de dados do site vai aparecer a frase, geralmente na primeira página, se não tiver não vai aparecer nada.
https://quoteinvestigator.com/



Agora, se tu quiser uma coisa mais simples e segura, sem essas ‘gira volta’ aí tem o https://www.citador.pt/

“Desde o ano 2000 que o Citador recolhe conteúdos directamente das fontes bibliográficas, sem recorrer a cópias de outros sites ou contributos duvidosos a partir de terceiros.”

É isso!

Os Opostos (não) se atraem!

Pelo menos nas ciências humanas podemos afirmar isso! o título é apenas sugestivo, por um questão de rankeamento nos sites de busca (aquilo que as pessoas mais procuram sobre o tema), pois se eu fosse colocar um título eu colocaria “Uma análise do termo ‘os opostos se atraem’ na visão das ciências humanas” e acrescentaria na introdução “Como provar que os opostos se atraem pelo simples fato de serem opostos?; e se atraem-se por isso, então atraem-se pelo que? Se atraem-se por isso então deixariam de ser opostos, pela lógica do significado seriam semelhantes, pois têm algo em comum, a saber, a atração pelo seu oposto.
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“Tempo”!

Frequentemente misturamos o passado com o presente, e baseamos nossas memórias na tentativa de tornar a cognição uma própria memória, da incapacidade de separarmos um tempo do outro, como se a memória mais próxima do tempo presente fosse ser lembrada no ato seguinte, e dessa forma, como que por uma faísca, pudéssemos resolver todos os problemas da humanidade a fim de evitarmos os pensamentos negativos, baseados no medo da nossa própria aceitação pela sociedade no futuro. O presente se baseia no passado, com vistas ao futuro, mas não pode ser substituído nem por um e nem por outro.

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O algoritmo do Facebook e os seus botões – ‘bolha’ programada!

Em meados do início do ano de 2018 o Facebook alterou a forma como as publicações apareciam no “feed” de notícias, colocando um algoritmo que faz com que as publicações que recebem mais interações apareçam primeiro nesse “feed”, e, antes disso, dois anos antes, o Facebook já havia inserido os “reactions” (botões de sentimento), até chegar atualmente na união desses dois fatores, o que eu considero como um fator de risco, não apenas pelo uso desse algoritmo como aparelho de disputas ideológicas, como também pelo fator psicológico da falsa impressão de estar em uma rede social de fato e não perceber a real dimensão da ‘bolha’.

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